quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Conto de outro mundo

Foi no verão de 2015.

A coisa sobrevoou por alguns minutos o jardim de uma casa no morro da pitomba, na casa vizinha à minha,  aqui no litoral do Espírito Santo, e em seguida aterrisou, desavisadamente, ao lado da acerola da dona Zica. Na hora ninguém imaginava, mas vou adiantando que, mais tarde, descobriu-se não se tratar de um drone, mas de uma nave espacial (e não era nossa!).

Bom... o fato é que dela desceram quatro o cinco coisinhas, coincidência ou não esverdeadas, cada uma com um tipo de... sei lá... cajado?! na mão, e emitindo sonzinhos esquisitos, que pareciam com o ruído de um esquilo com fome.

Ninguém imaginava na hora, mas já vou adiantando: conseguiram traduzir esses ruídos depois de algumas semanas de insistente interação com os bichinhos, que coincidência ou não, respiravam oxigênio, como nós, tomavam água, mas curiosamente nunca comiam nada (que tenhamos percebido, pelo menos).

A mensagem deles? bom... a mensagem deles dizia que sim, havia vida inteligente lá fora. E eles precisavam, como nós, de outro planeta para habitar. O deles? Acabaram os recursos naturais.

E foi assim que iniciamos nossa colaboração com eles, em busca de outro planeta para habitar.


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