sábado, 31 de maio de 2008

Pra rir demais

O blog Acedez Mental tem um texto sobre os "sintomas de pobreza" que é hilário. eu rachei de rir.. Leia clicando aqui.

Isso aliás, me faz lembrar de um posto bastante antigo do blog Morróida.. o famoso "gerador de nome de pobre". Leia clicando aqui.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Deus

A ti, meu maravilhosamente amoroso e bondoso Pai... a ti, meu Deus, que me ama e que cuida de mim em todos os momentos, e em especial quando eu menos mereço... a ti meu Deus, que me dá saúde, força e alegria de viver memso nas mais duras provas e adversidades da vida... a ti meu Pai, que mesmo em face à minha rebeldia, dureza de coração e fraqueza interior, me surpreende estendendo a mim a sua mão e me convidando a me banhar nas águas cristalinas e correntes do teu inexplicável amor... a ti meu Deus, eu ofereço essas canções... envergonhado por não ser o mínimo digno do teu incomparável amor... mas grato por ser alvo dele.... com amor, teu filho.

Clássicos da adoração cristã... amo isso

Eu vou abrir o meu coração - Fernandinho

Clássico de adoração crista... amo isso

Agnus Dei - Michael W. Smith

Clássico de adoração cristã... amo isso

Abra os olhos do meu coração - David Quinlan
(Open the eyes of my heart - Michael Smith)


Clássico de adoração cristã... amo isso

Poderoso Deus - Pastor Cirilo

Clássico de adoração cristã... amo isso

Abraça-me - David Quinlan

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Felicidade

Não creio que a felicidade em tempo integral exista.

A felicidade me parece ser um estado de espírito, corpo e alma que só pode ser sentida em momentos específicos... como quando você descobre um grande amor, uma grande paixão - e não pretendo aqui falar sobre a diferença entre amor e paixão. Ou quando se recebe atenção e carinho dessa pessoa. Essa sensação ainda é mais duradoura. :)

Mas também, quando se passa no vestibular, ou quando se ganha um prêmio, ou se conquista algo muito importante.. ou quando aquela mulher se olha no espelho e adora o que vê, depois de um tempo enorme se produzindo... ou quando o cara sai com os amigos para o happy hour e fica ali contando piadas, rindo e se divertindo sem pensar no amanhã e nos problemas.

Ou quando o seu time faz aquele golaço ou vence um jogo difícil, ou quando aquela criança diz "mamãe" ou "papai" pela primeira vez, ou quando anda pela primeira vez sem ajuda... Ou quando se tem aquela pessoa, ou aquelas pessoas junto de você. Você pode estar se sentindo tocado, ou mesmo feliz, só de estar lendo isto.

Toda felicidade que uma pessoa pode sentir é única, e ficará para sempre registrada como um retrato daquele momento que aconteceu e que nunca mais irá voltar, considerando que, se aconteceu, já é passado. Outros momentos iguais ou parecidos virão, mas aquele foi único.

Os momentos de felicidade se contrapõem aos momentos de ansiedade, preocupação, tristeza ou angústia. Eles sempre vêm, e não quero citar situações em que isso acontece, porque não quero tirar a beleza desse momento em que falamos de felicidade.

Por isso uma pessoa feliz, em meu conceito, é aquela cujos momentos de felicidade são mais freqüentes. Talvez, mais duradouros. É a pessoa que passa mais tempo com aquela deliciosa sensação de satisfação e alegria interior, do que com aquela cara carrancuda de quem comeu e não gostou. Ou que nem comeu.

Procurei por uma vida feliz a minha vida inteira, sem saber que, como don Quixote, lutava contra moinhos de vento. Hoje eu sei que a felicidade está ao meu alcance, justamente porque deixei de ter ilusões de felicidade... deixei de negar a minha natureza humana, que por definição é insatisfeita.

Como uma criança que tem medo do escuro... e deixa de ter medo no dia em que passa a compreender que a escuridão por si só não traz o mal consigo: ela apenas existe.

Assim eu me sinto um homem feliz, pois descobri que a felicidade plena não existe, mas que toda felicidade que eu possa sentir, eu mesmo tenho o poder de produzir. E a felicidade que aparecer para mim sem que eu tenha feito nada, essa eu desfruto com muita mais alegria, me sentindo duplamente feliz, pois com certeza isto foi para mim um grande lucro!

terça-feira, 27 de maio de 2008

Fogo de paixão

Um olhar doce e suave, meigo e sereno
Na penumbra do segredo mais contido
Onde só tua presença faz sentido
Só existo eu e o teu rosto moreno

Um sorriso, um sonho quase inteiro e pleno
Um sentir-se de tão forte e tão querido
Com mil beijos confirmado e aprendido
A paixão me faz ver quanto sou pequeno

Dos teus lábios brota amor, jorra emoção
Que tu lanças sobre mim em turbilhão
Que me queima por completo o juízo

Quando estes olhos viram teu sorriso
O relógio errou as horas, impreciso
E eu, vencido, me lancei nesta paixão...

terça-feira, 20 de maio de 2008

Rapidinhas do Joãozinho

Sem culpa
Joãozinho chega para a professora e pergunta:
- Professora, alguém pode ser culpado por alguma coisa que não fez?
- Mas é claro que não, Joãozinho!
- Ufa! Eu não fiz o dever de casa.

Descoberta da América
A professora na aula de geografia:
-Pedrinho, me indique no mapa onde fica a america.
-Aqui, professora!
-Muito bem...agora Joãozinho, quem descobriu a América?
-Foi o Pedrinho, professora!

Aula prática
A professora pede aos alunos para trazerem de casa algum objeto da área de saúde, como trabalho escolar, solicitando que fosse explicado que objeto era, para quê servia e o que disse a pessoa que deu.

No outro dia a professora pergunta pra Mariazinha:
-O que você trouxe, para quê serve e o a pessoa disse?
-Uma seringa professora, foi a farmacêutica que me deu e serve pra aplicar remédio nos doentes. - diz Mariazinha.
-Muito bom Mariazinha, nota 10!

Em seguida, a professora pergunta para Joãozinho:
-O que é isso, pra que serve e o que disse a pessoa que te deu?
-"Fessora", é um balão de oxigênio.
-Muito bom Joãozinho, quem te deu?
-Meu avô, "fessora"?
-Humm sei, o que ele disse?
-DEVOLVEEEEEEEEeeeeeee........

Agora uma podre rsrsrs
O tombo da fessora

Certo dia, na sala de aula, Joãozinho e toda a turma estavam reunidos para a aula. Logo ao entrar, porém, a professora (novinha, gata, um encanto) tropeçou e caiu, e sua saia foi lá pro alto. Ela imediatamente se levaltou num pulo e perguntou para o Gabrielzinho:
- Gabriel! Tá rindo por quê? O qeu você viu, hein?
- Vi suas canelas, professora... - diz Gabriel.
- Dois dias de suspensão!! E você, Pedrinho. Tá rindo por quê? O que você viu?
- Vi suas coxas, professora...
- Uma semana de suspensão! E você Joãozinho? Tá rindo por quê? O que você viu?

Joãozinho se,levanta com a mochila:
- Falô aí, galera... Até o ano que vem!...

Mundo estranho

Tô achando o mundo muito estranho. Tem coisas muito esquisitas acontecendo que antes eram pontuais, a gente mal ouvia falar, e que passaram a se tornar corriqueiras, de tal forma que mal começo a me acostumar com elas.

Antigamente se contava uma história macabra, um crime, ou algo inusitado, e no final a gente perguntava: "Onde foi isso?!" e a pessoa respondia: "Ah, sei lá... não sei direito se foi na Europa ou em São Paulo!".

Mas agora a coisa tá diferente... como explicar crimes horríveis acontecendo praticamente diariamente? Não sei explicar direito o porquê, se é a autoridade que já não é mais a mesma, a certeza de impunidade, o embrutecimento das pessoas, a diminuição da valorização da vida... não sei o que é... só sei que eu fico preocupado por mim, pelas pessoas que amo e por todos, enfim, que não têm nada a ver com a paçoca.

E o pior é que o cidadão de bem não tem nem como se defender. Se entrar um maldito ladrão em sua casa e você, cidadão, lhe der um merecido balaço nas idéias, com certeza será preso por homicídio! Ou seja, o camarada entra na tua casa, e sabe-se lá do que ele é capaz: roubo, violência, estupro, assassinato... ou seja, tá valendo tudo! Mas vai tentar se defender e pronto... quem tá na roça é você.

Sei que devem haver mecanismos atenuantes (como diriam os juristas), por exemplo "defesa pessoal", mas... vai pra cadeia do mesmo jeito.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Hoje não tem poesia: tem FODA-SE

Uma nova filosofia desponta.
http://www.foda-se.info/

O direito ao Foda-se
(por Millôr Fernandes ou Pedro Ivo Resende)


Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua.

"Pra caralho", por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que "Pra caralho"? "Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja pra caralho, entende?

No gênero do "Pra caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "Nem fodendo!". O "Não, não e não''! E tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade ''Não, absolutamente não!'' O substituem. O "Nem fodendo" é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo "Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!". O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicínio.

Por sua vez, o "porra nenhuma!" atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a bravata daquele chefe idiota senão com um "é PhD porra nenhuma!", ou "ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!". O "porranenhuma", como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. São dessa mesma gênese os clássicos "aspone", "chepone", "repone" e, mais recentemente, o "prepone" - presidente de porra nenhuma.

Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um "Puta-que-pariu!", ou seu correlato "Puta-que-o-pariu!", falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba...Diante de uma notícia irritante qualquer um "puta-que-o-pariu!" dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.

E o que dizer de nosso famoso "vai tomar no cu!"? E sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai tomar no olho do seu cu!". Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: "Chega! Vai tomar no olho do seu cu!". Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e saia à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.

E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu!". E sua derivação mais avassaladora ainda: "Fodeu de vez!". Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e autodefesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala? "Fodeu de vez!".

Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do ''foda-se!"? O "foda-se!" aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta.". Não quer sair comigo? Então foda-se!". "Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!".

O direito ao ''foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição Federal. Liberdade, igualdade, fraternidade e FODA-SE.