quarta-feira, 30 de agosto de 2006

humor - Murphy

Derivações das famosas Leis de Murphy. Pérolas do negativismo, profundamente inspiradas e compiladas na coletânea abaixo (ei, eu não concordo com o negativismo, é só diversão mesmo!):

-Se você não perde cabeça quando todos ao redor já perderem, talvez você apenas não esteja entendendo a situação.

-Para cada problema na humanidade existe uma solução simples e clara, e esta será sempre a solução errada.

-Tente. É mais fácil conseguir o perdão que a permissão.

-É quase sempre mais fácil entrar do que sair de qualquer coisa.

-Não importa que você caia, desde que que você apanhe algo no chão quando se levantar.

-Qualquer coisa cortada no tamanho exato será pequena demais.

-O componente mais delicado é aquele que é derrubado.

-Nunca fique na mesma trincheira com alguém mais valente que você.

-É um erro deixar qualquer objeto mecânico perceber que você está com pressa.

-O companheirismo é essencial à sobrevivência. Ele dá ao inimigo outra pessoa em quem atirar.

-Não existe nada mais agradável do que quando alguém atira em você, e erra.

-As coisas são danificadas proporcionalmente ao seu valor.

-A probabilidade de uma coisa acontecer é inversamente proporcional ao desejo que ela aconteça.

-Nada jamais vai embora.

A chance de uma torrada cair com o lado da manteiga para baixo é diretamente proporcional ao valor do tapete.

-A outra fila sempre anda mais rápido.

-Ajude um homem quando ele está com problemas e ele sempre se lembrará de você quando estiver com problemas de novo.

-Vida é o que acontece com você enquanto você faz outros planos.

-Somente uma pessoa medíocre está sempre usando todo o seu potencial.

-Dentro de cada problema pequeno existe sempre um grande problema lutando para sair.

-Se os engenheiros construíssem prédios como os programadores escrevem programas, um único picapau seria capaz de destruir a civilização.

-Amigos vêm e vão, mas os inimigos se acumulam.

-Coma uma lesma viva de manhã e nada pior lhe acontecerá durante o dia.

-Quando as coisas pioram, todos vão embora.

-Problemas complexos tem soluções simples, fáceis de entender e erradas.

terça-feira, 29 de agosto de 2006

a melhor de todas as passagens da Bíblia

I Coríntios 13

Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.

O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos. Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado.

Planta-se a semente, ela brota.. mas sem água, ela simplesmente vai definhando, pequenina e despercebida aos olhos dos homens. Aos poucos vai definhando, diminuindo, reduzindo, até secar-se completamente. Os homens passam por ela, mas não enxergam que ali está se travando uma luta pela vida. Eles não vêem.

O amor é como uma planta que precisa ser regada com frequência. Ela não sobrevive sem água, não consegue crescer, ainda que tenha o potencial para a vida.

Mas se a água cair sobre ela, ela crescerá, reverdecerá, ficará forte, grande, e no devido tempo será frutífera. Os frutos servirão de alimento para as pessoas e animais, sua sombra cobrirá e protegerá nos dias de tempestades e nos de extremo calor. Dos frutos restarão as sementes que, replantadas, darão vida a novas plantas igualmente frutíferas e mais uma vez o milagre da multiplicação acontecerá. Ele acontece todo dia, no coração de quem ama.

O amor é isso, é uma planta, e possui em si também um grande potencial. Se devidamente cuidado ele por si só dará seus frutos, e os seus frutos gerarão mais amor, e tudo ficará contamidado com o seu perfume suave.

O que quer dizer isso?

Quer dizer que o sucesso, o desempenho, a fama, as conquistas pessoais, financeiras, patrimoniais, e até mesmo as espirituais - isso mesmo, as espirituais - nada valem, nada representam, têm valor zero absoluto se o motor de tudo na vida da gente não for o amor.

Quer dizer que tudo o que a gente fizer na vida, se não for motivado pelo amor, vai ser apenas uma ação vazia, para não dizer hipócrita. Vai ser falsa, nula, sem sentido, sem valor, indigno de qualquer reconhecimento, indigno de qualquer nota. A gente não pode esperar recompensa se o que nos motiva a agir não for o amor.

Quer dizer que é bom a gente deixar toda velha hipocrisia de lado se quiser passar na prova do amor. Porque qualquer pessoa pode dizer que ama, sem de fato demonstrar, sem de fato dar os sinais de que vive - e não apenas discursa.

Mas então é isso? Ou ama ou não ama?

Não, não é simples assim. Porque o amor, antes de ser uma árvore, era uma semente, ou seja, precisou ser plantada. E foi plantada em nossos corações. Vamos sorrir muito e chorar muito também até chegarmos ao conceito puro descrito aí encima, porque o amor é um aprendizado diário.

Se diz por aí que a gente aprende tudo na vida de duas maneiras: errando ou vendo o erro dos outros. Isto é uma verdade, mas eu também vejo que a gente aprende muita coisa acertando, ou vendo o acerto dos outros. Porque até mesmo o erro é uma coisa difícil de conceituar. E porque muitas vezes a gente erra quando queria acertar.

Melhor é aprender com a própria natureza humana

Uma pessoa pode dizer que ama, mas ao mesmo atropelar a vida e as pessoas com suas atitudes, sem esperar que os outros cheguem ao mesmo nível, nem mesmo se incomodando em ajudá-los a chegar, agindo de uma maneira totalmente contrária ao conceito do amor, porque o amor é paciente, e também não se exaspera.

Uma pessoa pode dizer que ama, mas agir de modo contrário ao amor. Achando estar sendo movido por esse mesmo amor, comete maldades ora sutís, ora gritantes, contribuindo para destruir outras vidas, e quebrando assim o princípio de que o amor é benigno.

Uma pessoa pode dizer que ama, mas demonstrar que seu amor é voltado somente para as coisas, quando age de maneira possessiva e considera as outras pessoas como brinquedos seus, objetos, cristaizinhos para decorar a estante. Quando passa a crer que é necessário que os outros sejam empalhados como troféis de caça, que são de sua propriedade, aquele que diz que ama passa a conduzí-los ao sofrimento, porque pára de desejar seu bem, não quer que cresçam, não quer que se desenvolvam, pois tem mêdo de perdê-los, ou que seus olhos se abram e vejam a prisão em que estão trancafiados. E na verdade não os ama, só tem medo é de ficar sozinho. Mas há o ciúme bom: o ciúme de quem ama a alma, que é diferente do ciúme de quem ama as coisas.
O primeiro é o de quem, ainda que sofra, quer o bem do outro; o segundo é o de quem quer exclusivamente o próprio bem. E por causa do segundo, e só do segundo, quebra-se o princípio de que o amor não arde em ciúmes.

Uma pessoa pode dizer que ama, mas com atitudes recheadas de egoísmo e egocentrismo acaba destruindo a vida e os sonhos de outras pessoas - e talvez até de alguém especificamente - porque não verdade não ama a outros, senão a si mesmo, e assim quebram-se os princípios de que o amor não se ufana, não se ensoberbece, e não busca os próprios interesses.

Uma pessoa pode dizer que ama, mas mostrar o contrário quando suas atitudes afastam os outros de si, parecendo agir deliberadamente para se isolar, motivado ora pela autopiedade, ora pela arrogância, ora pela ganância, e até mesmo pela esperteza. Qualquer motivo, menos o amor. Em sua determinação maligna, acaba quebrando o princípio de que o amor não se conduz inconvenientemente.

Uma pessoa pode dizer que ama, mas não consegue expressar isso por não conseguir passar pela difícil prova do perdão, já que o amor não se ressente do mal. Está na natureza do homem guardar a mágoa, reter o perdão, e aprisionar uma parte de si em algo - ainda que terrível - do passado, aprisionando junto de si outras vidas. A gente tem que aprender a dura lição do perdão, sob a ótica da libertação, já que o perdão liberta tudo. Se a confiança vai ser a mesma é outra história. É necessário aprender a mesma lição dia após dia, para sermos livres.

Uma pessoa pode dizer que ama, mas mostrar o contrário quando vibra com a derrota, o sofrimento e a desgraça alheias, em qualquer sentido. Mas esse é um erro bem revelador, porque o amor não se alegra com a injustiça.

E pode dizer que ama mas demonstrar que não entende bem o que é o amor quando retém a verdade, ou a subtitui pela sua própria e conveniente verdade, ou ainda quando a omissão dessa verdade prejudica os benefícios que ela traria. Ou seja, a gente não pode dizer que ama quando usa a mentira como caminho. Porque o amor regozija-se com a verdade.

O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. Sei que é complicado, considerando nossa condição, desafia nossa lógica e parece cansativo lembrar de tanta coisa, para poder bater no peito e dizer que a gente ama de verdade, mas...

... vamos caminhando enquanto amamos, e amando enquanto caminhamos. Tudo vai sendo aprendido ao longo do caminho.

sexta-feira, 25 de agosto de 2006

Quem é a vítima?

O Ministério Público está em guerra com o Orkut? Não. Nem o Orkut está tentando burlar a lei. Nessa maluquice que está acontecendo no site de comunidades de relacionamento, há várias vítimas. O próprio Orkut é a primeira delas. A outra é a própria justiça. E mais uns 18 milhões de pessoas que acessam o site na busca de amizade e contato. São todos vítimas.

Se existe uma vítima, existe um agressor. E o agressor é a natureza podre de muitos, que se escondem atrás de perfis falsos e usam um recurso, uma idéia fantástica para propagar seu mau caratismo e indecência. Pedófilos, racistas, bandidos... Faces de um problema que ultrapassa o virtual - é coisa da vida real.

Por isso eu sou sim a favor de um controle maior, não sobre a identidade das pessoas na internet, mas sob sua localização.

querem fechar o Orkut

Logo agora que eu tô gostando?! Ah para Ô!

quarta-feira, 16 de agosto de 2006

terça-feira, 15 de agosto de 2006

Eu me rendo!!

Eu tive meu primeiro contato com a internet há alguns anos, mais precisamente há 10 anos, em 1996, quando fui trabalhar como instrutor numa escola de informática em Londrina-PR. Logo de cara tive a nítida noção de que aquele seria o ambiente que mudaria a forma como as pessoas e os negócios se comunicariam e se desenvolveriam. Então, me empenhei ao máximo em conhecer ao máximo possível os aspectos nova e promissora plataforma.

E uma coisa em especial ganhou peso à medida em que eu avançava no conhecimento da internet: o danado do bate-papo. Era tão legal conversar com gente diferente, numa atmosfera virtual, sob o manto da incognitude, que não deu outra: virei um frequentador assíduo de IRC's e salas de chat. A tecnologia era, na époa, ainda bastante precária, insegura, mas muito promissora.

O tempo passou, em poucas semanas eu peguei nojo daquele negócio de "Oi, de onde vc tc?", "Oi, como você é?", "Oi quer tc??"... E daquele negócio de mandar uma mensagem e a pessoa não responder nunca. Como diz o macaco Simão, quem fica parado é poste!

Hoje eu pago para não entrar num bate-papo, embora adore longos diálogos. Acho uma perda de tempo descomunal, mas esse é o meu perfil - de um trintão que acha que sabe um pouco de tudo. Ninguém quer ter uma conversa com alguém assim - as salas de chat estão recheadas é de segundas, terceiras e quartas intenções.

E foi com esse espírito - de alergia aos chats - que eu fui evoluindo como programador Web. Sempre pendurado na internet, sempre dialogando na internet, mas só com meus clientes, em contatos de negócios e de suporte. A internet tem muitas facetas e frentes a serem exploradas, mas nessa área de contatos especialmente, aconteceu uma coisa...

... surgiu o tal do ORKUT.

Li os primeiros comentários e editoriais em revistas especializadas e sites de internet lá por volta de 2003/2004. O que se dizia dele é que traria uma revolução na maneira das pessoas se relacionarem via internet. Em comunidades, tal... tal... tal... Eu torcia o nariz para essa conversa, achava uma bobagem maior do mundo e estava decidido a não perder o meu tempo com isso.

Fiquei assim por quase dois anos, recusando cada convite para me cadastrar no Orkut. Até que, num dia desses que você tá de saco cheio de tudo, procurando alguma novidade, alguma renovação, que eu finalmente resolvi aceitar um dos vários convites que eu recebia semanalmente.

Acessei e, pacientemente, criei meu perfil no site. A cada informação preenchida eu repetia para mim mesmo "Aguenta, muleque, você que pediu.". E assim, criei meu perfil no site de relacionamentos. Talvez um dos perfís que seriam facilmente classificados como dos caras mais chatos jamais vistos: sem amigos cadastrados, sem participar de nenhuma comunidade, sem receber nem deixar recados. Ou seja, quase um incóginta, um cisco, uma bactéria. : )

Porém, depois de quase 6 meses cadastrado, um amigo meu, o Marcão, me disse que tinha conseguido altos contatos com pessoas no Brasil que colaboram quem deseja tirar a cidadania italiana... pelo ORKUT. O assunto me interessou e eu, sem piscar, fui conferir. Comecei a conhecer a lógica por trás das comunidades, a enxergar os benefícios que o site poderia me trazer.

Meu conhecimento foi crescendo, e eu comecei a ter boas surpresas, começando a participar de comunidades de pessoas com quem tenho algumas afinidades, como as de programadores, de desenhistas, de músicos... E logo comecei a encontrar alguns amigos do cotidiano. Meu interesse, lógico, foi crescendo.

Nas últimas semanas eu entrei em um outro nível: o de recuperar o contato com pessoas do meu passado, que deixaram saudades, e trazê-las novamente ao meu presente, abrindo a oportunidade de recuperar o tempo perdido! Amigos de escola, de faculdade, alguns parentes... Isso tudo já teria despertado definitivamente meu interesse palo Orkut.

Mas o golpe fatal veio esta semana. Quando uma pessoa muito especial para mim me encontrou no Orkut - isso mesmo fui encontrado. Por isso a partir de hoje sou defensor desse treco.

ORKUT: Eu me rendo!!!!

sexta-feira, 11 de agosto de 2006

conto: o vendedor estressado

Dessa vez ele tava vendendo perfumes.

- Oi moço, você vende perfume?
- Não eu só cheiro. Você passa, eu cheiro seu pescoço. É isso que eu faço.

- Moço, você tem aquele perfume... como que chama...?
- Não tenho. Volte outro dia quando eu tiver.

- Moço, você tem um perfume com uma fragância igual ao do Ferrari?
- Sim, tenho. Está no tanque do meu carro, aguarde um minuto que eu vou pegar um pouco com uma mangueira.

- Moço, esse perfume é bom para o dia ou para a noite?
- Nem o dia nem a noite usam perfumes, querida. Se você comprar, vai ser bom pra você
mesmo.

- Moço, diz aí algo para uma noite assim... matadora?
- Tente um revolver.

- Moço, esse perfume dura bastante no corpo?
- Depende do corpo, querida.

- Moço, esse perfume é bom para sair?
- Não sei, ele nunca me convidou para sair.

segunda-feira, 7 de agosto de 2006

Israel e Hezbollá

Tenho visto várias pessoas se posicionando claramente entre um lado e outro, uns acusando Israel de exercer o "terror de estado", outros defendendo que a guerrilha xiita está recebendo o que merece - mesmo que o preço maior, quem esteja pagando seja o pobre e fraco (em vários sentidos) Líbano.


Todo mundo sabe que a rixa ali é secular. O que quase ninguém sabe é como e quando começou. Imagina-se que a origem dessa indisposição mútua - dizem - vem dos tempos bíblicos, quando os Amonitas, Edomitas, e tantos outros itas, se amontoavam em torno da recém conquistada (na marra) terra que mana leite e mel - Canaã. Resposta bastante simplista: "Ah... esses dois meninos... brigam desde que nasceram!..."

Será?

Chacina pra cá, chacina pra lá... Vingança pra cá, vingança pra lá... e a origem se perdeu. Hoje, o que lhes salta à memória é só a lembrança de tragédias mais recentes. O que deu origem histórica a essa rixa não importa mais... O importante é vingar a morte do líder Youssef, do ministro Rosenstein, etc. etc. Ah! Mas peraí... é claro: tem a causa palestina, não é mesmo?

Vamos à causa Palestina.

Tudo bem que Judeus e árabes nunca se entenderam mesmo. Mas a coisa começou a ficar preta foi no final da primeira guerra mundial. Naqueles anos tensos 1914 a 1918, o nacionalismo europeu irrompeu numa crise sem precedentes na história da humanidade. Nações do mundo todo se envolveram numa guerra bastante sangrenta (inclusive o Brasil, viu?).

Combatendo na frente oriental, a Inglaterra foi perdendo e ganhando batalhas aos montes. Até que no final, conseguiu repelir as forças da aliança inimiga (inimiga deles, que fique claro). Mas enquanto brigava, correu um grande movimento político que bateu com a necessidade bretã de apoio (leia-se dinheiro) - a idéia de um grupo muito grande de judeus - ricos - do mundo todo que tinha grandes interesses na implantação do estado Judeu em sua terra de origem: a Palestina.

Dessa parceria surgiu a declaração Balfour: que, deixando o nhé-nhé-nhé de lado, na prática era um compromisso inglês de estabelecer o estado judaico naquele almejado lugar. A qualquer custo. E com o carimbo de aprovação da nação neo-judaica chamada América.

Observação: Na palestina vivia uma maioria árabe e uma minoria judaica que, se não eram os melhores amigos uns dos outros, pelos menos conviviam sem muitos pegas. Tipo... como duas vizinhas que não se gostam muito.

Terminada a guerra, com a Palestina sob administração da Inglaterra, os problemas dos palestinos começaram a se agravar, especialmente com a vasta imigração de judeus para a região. O quadro que se estava pintando para eles (palestinos) era negro. E os problemas europeus com nacionalismo não haviam sido sepultados.

Estoura a segunda guerra e, para ajudar (por favor, não me interpretem mal), especialmente os judeus são perseguidos e mortos aos montes pelo facínora louco e revoltado Hitler. A despeito de todo horror que a guerra deixou visível, a porcaria acaba ajudando, e muito, o plano de implantação de uma nação judaica.

Deixando os detalhes da segunda guerra de lado, no final a ONU estabelece através de uma resolução (a 181) a divisão do território da palestina entre judeus e palestinos, determinando uma divisão territorial quase igual entre ambas as nações (56% para Israel, 44%para a Palestina), e a cidade de Jerusalém como território do mundo – e de nação nenhuma. E a Inglaterra poderia de uma vez por todas virar as costas e dar no pé daquele lugar, largando a batata quente, para quem ficasse, resolver. Que se dane... a minha parte eu fiz!

Se isso já não fosse um problema monstro, Israel quebra a resolução e toma na marra, metade do território Palestino em tempo recorde, contra tudo e contra todos. Milhares de palestinos pobres passaram a viver em aglomerados, morando em cidades sem estrutura e em campos de refugiados.

E o pior: sem nação. Porque a resolução 181 da ONU que cria o estado de Israel não abole o estado Palestino. Pelo menos não era para abolir, mas ela nunca foi aplicada. Pode-se dizer que resoluções da ONU foram feitas para serem desobedecidas desde o início. É isso aí.

Mas para entender o porque da aguerrida iniciativa Judaica, então temos que voltar ainda mais e mais na história, e aí sim: vamos ver quando e porquê Israel - que já foi uma nação (aliás praticamente um império) - deixou de ser nação. Por quê, afinal, os judeus estavam esparramados pelo mundo todo? Israel não era um País na época de Jesus? Não tinha um tal de Pôncio Pilatos governando a Palestina? Não tinha um tal de Herodes governando a Judéia? Os centuriões não exibiam suas armaduras douradas e saias vermelhas pelas ruas de Jerusalém? O que aconteceu, afinal?

Saiba isso e muito maisnos próximos capítulos, nesse que é o seu, o meu, o nosso blog... I O KIKO!!!


quarta-feira, 2 de agosto de 2006

pmdbada

Saiu na folha: um pmdebista tem assento no comitê político do Alckimin. Ou seja, tem pmdbista tanto na oposição quanto na situação.

Bem típico.