quinta-feira, 27 de julho de 2006

quarta-feira, 26 de julho de 2006

por falar nisso...

Se você leu o posto do diua 25/06 abaixo, viu que eu falei que o sujeito aqui de Cuiabá que ganhou sozinho na megasena era, provavelmente, um magnata.

Dito e feito: o cara é vereador na cidade, e candidato a deputado estadual.

Mas peraí: político ganhando na Megasena???? Interessante, né? Lembrei do João Alves (aquele anão do orçamento que ganhou sei-lá-quantas-vezes na loteria e disse que "Deus o ajudou").

Acorda povão. Para de enfiar seu dinheirinho nesse treco...

futebol bgasileigo


Zagallo? 2014??

Eu li direito????????

O Ricardo Teixeira não tá muito otimista não?????

o mais legal do "Ídolos"

Comecei a assistir um programa "Ídolos" do SBT há algumas semanas atrás, ainda bastante cético. Já havia perdido as duas ou três primeiras edições, em que os jurados circulavam por algumas cidades do Brasil fazendo uma pré-seleção, e eu achava que o programa não valia a pena. Tinha a impressão de ser mais uma edição do insosso "Fama" ou algum outro programinha de calouros reestilizado.

Mas quando eu comecei a assistir, vi uma sequência de figuras das mais esquisitas tentando cantar, dançar, etc. E quatro jurados bastante dispostos a massacrar os mais abusados. No começo, como reza a boa tradição da educação ocidental, fiquei um pouco constrangido com as cenas de pagação de mico em cadeia nacional - senti até pena de alguns candidatos. Mas as situações foram se tornando tão ridículas - algumas tão hilárias - que eu acabei sucumbindo.... daí em diante eu não perdi mais nenhum programa...

...pelo menos durante a fase de seleção, porque depois a coisa caiu numa babação insuportável, como eu suspeitava a princípio. Até parei de assistir. Não tô nem aí para que vai ganhar ou deixar de perder. O legal foi ter me divertido bastante com as figuraças que apareceram por lá no início. E por isso mesmo vou compartilhar aqui uns vídeos que encontrei no YOUTUBE, depois de uma pesquisada. Assistam e riam muito.

Ídolos: Os maiores piores
Ídolos: Candidatos cantam o hino nacional
Ídolos: Ânimos acirrados e muita bobagem

terça-feira, 25 de julho de 2006

megasena

E o ganhador da Megasena é um sujeito aqui de Cuiabá que, sozinho, faturou 28 milhões de reais.

Não se deixe enganar com sonhos utópicos do pobre manezinho que tirou seus últimos reaizinhos na esperança de ganhar alguns trocados e acabou se tornando o milionário da vez.

É que provavelmente é o contrário: um magnata, já devidamente endinheirado, que apostou um monte de grana numa lotérica e acabou vendo diminuídas as chances de não ganhar - ou aumentadas as chances de ganhar (como queira). E ganhou.

O fato é que é curioso quando um sujeito da mesma cidade em que você vive, ganha tanto dinheiro. Se por um acaso do destino o cara for mesmo um pé-rapado, basta um pouquinho de sabedoria, e ele se torna o novo papa dos imóveis da cidade. Ou das fazendas. Ou que se dane a cidade. Que se dane até mesmo o Brasil.

A sensação é de que a sorte passou tão pertinho, tão pertinho, que se qualquer um de nós estivesse mais atento só um pouco, a pegaria pelas penas.

Mas o fato é que, para cada número que o camarada riscou no seu jogo vencedor, vários e vários milhões de outros números concorreram, o que nos reporta à nossa fútil realidade, a de que um monte de gente fica dando dinheiro, todo o mês, para um ou dois "sortudos".

(OBS - "sortudo" - Entenda-se por sortudo todo aquele que não manipula as probabilidades ao custo de alguns milhões).

segunda-feira, 24 de julho de 2006

achados e perdidos

Tem acontecido umas coisas bem bacanas comigo nesses últimos dias. Algumas pessoas quer passaram pela minha vida - amigos, colegas de escola - têm retornado. Parece coincidência, mas esses amigos têm me procurado - e encontrado - com a ajuda da internet, sem que soubessem uns dos outros.

É como se houvesse um movimento em comum, as pessoas procurando antigas amizades, procurando umas às outras. Eu mesmo andei fuçando por aí por esses dias. Acabei encontrando alguns amigos, para os quais deixei alguns recados e, vá lá, quem sabe me respondam.

Me faz lembrar que minha própria gata, antes de qualquer coisa, foi minha colega de escola também.

Tem uma música do Oswaldo Montenegro que sugere que cada um faça uma lista de seus maigos de 10 anos atrás, só para saber quantos deles você conseguiu manter como amigos após tanto tempo. A música é essa aqui: A Lista.

Você que tá lendo: não tá na hora de fazer o mesmo, dar uma olhada por aí, rever velhas amizades, restaurar alguma coisa que ficou perdida no passado? Da vida a gente não leva muita coisa. E do pouco que se leva, nem mesmo um fiozinho é material. Portanto, deixa de bobagem e mãos a obra.

sexta-feira, 21 de julho de 2006

acontecendo

Acho que catástrofes, crises, tragédias e guerras sempre aconteceram no mundo - o que não quer dizer que seja algo normal, ou que não nos entristeça ou revolte - mas não chegavam a nós com a velocidade, clareza e facilidade com que chegam hoje. Claro, pensamos, até porque não haviam meios tecnológicos para que eu e você víssemos com nossos próprios olhos, às vezes até em tempo real o que está acontecendo por aí, por nosso pequeno e grande planeta.

E acho que é por isso mesmo - por ficarmos sabendo de tudo na hora - é que a sensação de perplexidade e impotência fica rondando na cabeça da gente. Na minha, pelo menos, fica.

Lembro do dia em que aconteceu o maior espetáculo de todos os tempos, quando aqueles aviões se chocaram contra as torres gêmeas. O primeiro foi uma surpresa total, mas não foi ao vivo. Depois do acontecido é que as câmeras se posicionaram. E fizeram isso para em seguida, transmitir ao vivo, praticamente em cadeia global, aquele jumbão sumindo dentro daquela torre de concreto, num espetáculo dantesco, que me deixou com cara de babaca, bem como a milhões de telespectadores.

Se antes já era um "negócio" essa coisa de imagens fantásticas, depois então, virou uma febre. Acho que a indústria de câmeras deve estar dando quase tanto lucro quanto a de armamentos. Toda rede de TV quer posicionar suas câmeras nos quatro cantos do mundo. O que não puderem flagrar de cataclísmico, eles compensam com pequenas situações cômicas e inusitadas. E cai tudo na sala da gente.

O fato é que eu me sinto assustado. É muita gente morrendo... Muita guerra. Agora tem essa aí de Israel.

terça-feira, 18 de julho de 2006

novelas

O auto Manoel Carlos pediu desculpas publicamente pelo excesso cometido em sua novela "Páginas da Vida" da Globo. Na novela, um depoimento real de uma mulherde 68 anos conta como ela atingiu o primeiro orgasmo aos 45 anos, através de masturbação. E usa palavras chulas. Que chocam e constrangem. Quer ler? Leia aqui.

Não tem nada de diferente do que acontece em nosso cotidiano mesmo. A maioria das mulheres não sentem prazer na relação, isso é sabido. A maioria dos homens são estúpidos em relação ao prazer feminino. A maioria das pessoas não sabe falar português. Nosso dia a dia é recheado de preocupações, frustrações, dificuldades e transtornos: devemos dinheiro para o banco, temos que juntar as moedas para pagar a luz, a água, o ônibus, andando de sapato velho e comendo o que é possível. Isso todo mundo sabe.

O que choca no depoimento é o linguajar. Não estamos acostumados a expôr - e nem a ver exposto - esse tipo de situação, que é muito íntima de cada pessoa, e ainda mais num linguajar que força a imaginação. Que faz brotar na mente a imagem da própria depoente na circunstância descrita. É constrangedor, até asqueroso. E ela não tem culpa, ela fala do que sabe, é uma pessoa simples e usa seu linguajar cotidiano para expressar suas idéias, sem a intenção de chocar ou ofender.

Não é da cultura nem do brasileiro, nem de pátria nenhuma do mundo a exposição de tais situações com tal liguajar, a não ser em grupos restritos em que haja confiança mútua. Você não vê no ônibus , no metrô, na rua ou no trabalho, alguém falando abertamente se tem orgasmo ou não, e como é que faz para atingi-los.

Você só vê isso num grupo em que o assunto é apropriado, e ainda assim com linguagem didática, numa aula de sexologia, ou ainda num grupo de amigos(as).

Se num lugar público já seria constrangedor, imagina através dos geradores da mídia livre.
Imagine quantas famílias que, pra descontrair, assitem juntas uma novelinha na sala. Imagina quantas crianças e adolescentes absorveram?!

Não dá para calar diante do que aconteceu. A idéia é ate´interessante, mas o resultado foi terrível, terrível.

domingo, 16 de julho de 2006

zidane x materazzi

Coloque você mesmo suas legendas no bate-papo entre Zidane e Matereazzi.
Clique abaixo e divirta-se!

http://www.materazzisays.com/

trabalhando

É domingo, são 19:30 horas e eu estou no trabalho. Ainda bem que Deus está em todo os lugares. Todos os dias, das 18 as 0:00 horas, monitorando processos em servidores de alta performance. Responsa. É meu segundo emprego. O outro me ocupa das 8:00 as 17:30 horas - ,mas pelo menos tenho o fim de semana livre.

Espero que valha a pela.

quarta-feira, 12 de julho de 2006

argentinos

Considerações sobre os argentinos:

Segundo recentes estatísticas, de cada 10 argentinos, 11 sentem-se superiores aos outros...

Qual é a diferença entre os argentinos e os terroristas ???
Os terroristas têm simpatizantes.

Como se faz para reconhecer um argentino numa livraria ???
Ele é o que pede o mapa-mundo de Buenos Aires.

Maradona
Segundo a imprensa Argentina, Maradona foi o melhor jogador do mundo e um dos melhores da Argentina.

O que é o ego ???
O pequeno argentino que vive dentro de cada um de nós.

Qual é o negócio mais lucrativo do mundo ???
Comprar um argentino pelo que ele vale e vendê-lo pelo que ele pensa que vale.

O argentininho fala para o pai:
- Papa, cuando yo crescer, quiero ser como usted.
- Y por que, mi hijo ???
- pergunta o orgulhoso pai argentino.
- Para tener un hijo como yo.

Por que há tantos partos prematuros na Argentina ???
Porque nem as mães agüentam um argentino por nove meses !!!

Notícia no principal tele jornal argentino:
- Brasil y Argentina empataram hoy el jogo por la Copa América:zero gols para Brasil e ZERO GOLAZOS para Argentina !!!

Por que é que os homens argentinos em geral preferem não casar ???
Eles nunca encontram uma mulher que os ame mais do que eles.

Por que é que não há terremotos na Argentina ???
Porque nem a terra os engole.

terça-feira, 11 de julho de 2006

conto: tragicomédia urbana



José nasceu pobre, viveu pobre e, agora, morreu mais uma vez - dessa vez pra sempre - e ainda pobre. Quando era pequeno seu perverso padrasto o arrastava, com seu irmão mais velho e sua irmã do meio pela rua. Onze horas da noite eles ainda estavam no cruzamento da Freitas com a Brasil, pedindo esmola, imundos, chorosos, quase mortos de fome e cansaço.
José morreu muitas vezes. Mas antes disso, viu muitas coisas morrendo em torno dele enquanto ainda vivia. Morreram seus brinquedos de criança, o velho cabo de vassoura que usava para brincar de tudo, do carrinho ao cavalinho, da espada à nave espacial. Cabo de vassoura que seu pai quebrou nas costas do seu irmão mais velho. Aquele que nunca mais voltou. E que morreu duas vezes: quando partiu dali deixando José para trás, e quando uma bala encontrou sua cabeça durante a fuga de um assalto.
Morreram seus sonhos junto com sua mãe doente, junto com sua irmã prostituída, deprimida e destruída. Só o padrasto insistia em não morrer. Só aquela praga. A doença é assim: mata tudo, mas ela mesmo não morre.
A morte lenta também acompanhava José: morriam suas esperanças enquanto o tempo passava sem que seu pai voltasse. E porque nunca o conhecera, justamente por isso, ele era tão mártir. José descobriu que o mártir, ao passar o tempo, dá lugar ao maldito.
Finalmente morreu José, da maneira mais humilhante possível, sujo de barro, dentro de um poço, que nem um bicho, qualquer, fungindo da polícia, da gente, dos olhos, da vida.
O padastro, esse anda por aí ainda.

quinta-feira, 6 de julho de 2006

terra brasilis

E o Brasil, quem diria... Mais uma vez entregou o jogo, no bom sentido, é claro. O mau sentido é o que anda rolando por aí pela internet (nums emails que eu condeno porque provavelmente são mentiras - provavelmente) que dizem que a turma dos titulares recebeu grana para deixar a França passar na frente.