quarta-feira, 29 de março de 2006

visão do futuro - parte I

Estamos em 2.200 DC. Como resultado de praticamente dois séculos de alimentos "melhorados" em laboratório a raça humana começa a passar pela mais agressiva transformação genética jamais vista, o que comprova algumas teorias de evolução. Todos os humanos adultos possuem mais de 200 quilos.

As crianças já nascem obesas, acima do peso normal. Com três anos pesam cerca de 50 quilos. Aos 12 possuem 100 quilos em média. E chegam aos 200 logo aos 18 anos.

Diante das circunstâncias, nossa sociedade vive apertada. Como se não bastassem os 20 bilhões de habitantes sobre a face da terra, ainda temos esse pequeno, digamos... problema de espaço. As portas e corredores, cadeiras e poltronas, automóveis e ônibus... tudo teve que ser alterado para a necessária adaptação à essa nova realidade.

Eu, quando criança, pensava que os humanos evoluídos do futuro teriam corpos magros, até mesmo franzinos, e grandes cabeças, para comportar o excessivo tamanho de seus cérebros desenvolvidos. Mas quem poderia prever...

terça-feira, 28 de março de 2006

judeus

Gosto dos judeus, de sua história e de sua cultura. Gosto também de sua religião, que é riquíssima, e que é, inclusive, o berço da religião cristã.

Mas o que eu não gosto é da condição de eternas vítimas que eles impõem a si mesmos. Lembrar o horror do holocausto pra sempre é uma tarefa importante para a identidade do povo judeu, mas eles não foram os únicos nisso. Não vejo os ciganos, nem os poloneses, nem os homossexuais, nem os doentes mentais ou portadores de deficiência física aparecendo nos filmes sobre o holocausto, embora eles tenham sido igualmente vitimados.

Do meio judaico saíram algumas das maiores mentes da ciência moderna, em todas as áreas: medicina, física, química, astronomia, etc etc etc. Há judeus hoje no controle das maiores potências comerciais e sua influência segue a produção cultural contemporânea. Isso para não falar do imenso poderio financeiro. Eles se sobressaíram à catástrofe e reconquistaram seu lugar no mundo moderno.

A mesma sorte não tem muitos outros povos igual ou ainda mais dramaticamente martirizados, perseguidos e sistematicamente exterminados que os antecederam, ou os sucederam. Não ouço falar, nem vejo filme algum sobre alguns genocídios da história.

Todas as nações colonizadoras fizeram os grandes genocídio de toda a história do mundo dentro dos últimos 4 ou 5 séculos. Os Estados Unidos massacraram indígenas durante a colonização, assim como os ingleses na Austrália. A tríplice aliança Brasil/Uruguai/Argentina matou trezentos mil paraguaios. O império Otomano massacrou armenos, na casa de mais de 1 milhão. Na União Soviética os massacres deram lugar a outros massacres - ali foram muitos milhões, muitos mais do que os judeus mortos. Stálin foi indubitavelmente um empreendedor agressivo, mas também um assassino inescrupuloso. O Khmer vermelho matou milhões no Cambodja, a lista continua com Indonésia, Ioguslávia, Ruanda, e por aí vai... É gente que não acaba mais.

Filosofias e pensamentos aparentemente modernos deram combustível para as grandes matanças da história. É muito triste isso tudo. Poucos sabem, porque poucos lêem.

O que eu espero é que aqueles que já foram vítimas de genocídio em outros tempos não sejam os novos algozes, ou que suas ações não gerem novos genocídios, ainda que não sejam eles os assassinos.

quinta-feira, 16 de março de 2006

atestado de burrice

Imagine um sujeito motorista de uma prefeitura. Com seu caminhão de lixo, ele dá uma ré e destrói seu carro particular. O que ele faz? Processa a prefeitura pelos danos que ele mesmo causou em seu próprio carro. Não acredita? Leia isso:

http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI921415-EI1141,00.html

quarta-feira, 15 de março de 2006

novo protetor cerebral

Essa novíssima invenção protege seus neurônios de, virtualmente, quaisquer formas de raios eletromagnéticos, elétricos, ondas alfa, beta, ômega e quaisquer tipo de bombardeio de radioatividade. É incrível.

quarta-feira, 8 de março de 2006

O tempo de Moloch

É um absurdo o que aconteceu no último século... foi o século de Moloch (ou Moloque), o deus do Sol das nações cananitas pré-império hebraico. A Enciclopédia Mítica informa:

"Moloch, deus do sol dos canaanitas (amonitas?) da antiga palestina, de vez em quando associado com o deus sumério Baal, porém totalmente malevolente. Nos séculos 8 a 6 a.C., o filho primogênito era sacrificado a ele inclusive por israelistas no vale de Hinon, sudeste de Jerusalém. Esses sacrifícios ao sol eram feitos para renovar o a força do fogo solar. O ritual foi provavelmente imitado pelas nações circunvizinhas, e era bastante popular no Cártago.

Moloch era representado por uma enorme estátua de bronze com cabeça de touro. A estátua era oca, e funcionava como uma fornalha, e dentro ardia um fogo que coloria a imagem de um vermelho incandescente. As crianças eram colocadas nas mãos da estátua. Através de um sistema engenhoso, as mãos eram levantadas até à boca (como se Moloch estivesse devorando), e as crianças eram lançadas dentro da fornalha e eram consumidas pelo fogo. Os participantes do ritual dançavam ao som de flautas e tamborins, o que ocultava os gritos das vítimas.

De acordo com algumas fontes, Moloch não era considerado um deus, mas uma forma específica de sacrifício."

Assustador, bárbaro, repugnante? Pois saiba que Moloch está à solta, devorando crianças hoje. Leia essa notícia.

gripe aviária

O mundo se deparou nas últimas semanas com o alerta vermelho de um vírus descoberto lá pelos idos de 2004, chamado H5N1 que as aves contraem facilmente entre si e que, eventualmente, repassam a seres humanos.

O problema parece ser bem sério já que se o vírus desenvolveu sua capacidade de tranpor o limite animal-homem, o que torna a mutação necessária para a transmissão homem-homem uma questão de tempo.

E considerando que a relação entre infectados e mortos entre humanos ultrapassa os 50%, também parece bastante real que, considerando a hipótese acima, tenhamos uma epidemia de níveis globais que jamais como jamais foi visto antes.

A Organização Mundial de Saúde estabeleceu essa doença como o "principal risco global" da atualidade, capaz de arrasar economias inteiras, enfim, abalar a estabilidade mundial. Tavlez mais do que a AIDS. Portanto, cuidemo-nos.

sábado, 4 de março de 2006

quinta-feira, 2 de março de 2006

valores relativos

Essa notícia mostra o valor relativo das coisas. Para qualquer cidadão conhecedor das artes e sua técnica, história e importância, o objeto citado vale nada mais nada menos que US$ 1,5 milhão. Para o garoto que foi ver a obra, não passava de uma superfície boa o bastante para colar o seu chiclete.